Braço Tatuado - ISBN: 978-972-20-3494-4 ( Registo anterior)Morte na Picada- ISBN: 978-972-89-6642-3 ( Registo posterior)
onde a informação tem o seu ritmo EMAIL = oeirasblog@gmail.com
As Finanças multaram a Junta de Freguesia da Ericeira por usar bio-combustível nos carros da recolha do lixo, dado que a receita fiscal do Estado saiu lesada. O deputado Luís Fazenda pediu a três ministros explicações sobre a «incompreensível» multa de 7 mil euros.
O Bloco de Esquerda quer saber as razões que levaram à aplicação de uma multa de 7 mil euros à Junta de Freguesia da Ericeira, por usar óleo alimentar reciclado como combustível.
O BE considera «caricata» a multa passada com o argumento de o Estado estar a ser lesado, por a Junta deixar de adquirir combustíveis fósseis, e por isso o deputado Luís Fazenda enviou hoje um conjunto de questões aos ministros do Ambiente, das Finanças e da Economia.
O «comportamento exemplar» da freguesia devia «servir de referência para o resto da sociedade e da administração», o que torna a decisão punitiva «tanto mais incompreensível».
«Como justifica o Ministro que se passe uma multa pela adopção de boas práticas ambientais que deveriam ser incentivadas e não penalizadas?», pergunta Luís Fazenda aos titulares do Ambinte, das Finanças e da Economia.
A multa foi aplicada pela Direcção-Geral de Finanças por a freguesia «ao deixar de comprar combustíveis fósseis» ter lesado o Estado, na sua receita fiscal. O óleo alimentar reciclado tem sido usado pela Junta de Freguesia como combustível dos veículos de recolha de lixo, em substituição do gasóleo ou gasolina.
«O aproveitamento de óleos alimentares usados como fonte de combustível contribui para reduzir a dependência energética exterior e as emissões de gases de estufa, para além de se estar a regenerar e reutilizar um resíduo comum», defende o líder parlamentar do BE.
Por isso, em lugar de aplicar a multa, o Estado deveria ter um comportamento idêntico ao da Junta de Freguesia, defende o deputado.
«Esta deveria ser uma medida de política fortemente promovida no âmbito da luta às alterações climáticas, da promoção das fontes alternativas de energia e da reciclagem de resíduos, com a administração pública a dar o exemplo. Para além disso, pode contribuir para a autonomia financeira dos organismos desconcentrados do Estado», afirma Luís Fazenda.
É com perplexidade que o BE vê a Junta de Freguesia se penalizada. «Esta é uma multa sem nexo, como não faz sentido que existam quotas para práticas ambientais sustentáveis. A lógica deveria ser o contrário: facilitar e incentivar a generalização das boas práticas».
Luís Fazenda quer que os ministros expliquem qual é a sua política «em relação à regeneração dos óleos alimentares usados e à sua utilização como substituto de combustíveis fósseis» e se vão «adoptar uma política de generalização da recolha e regeneração de óleos alimentares usados e promoção do seu uso como fonte de combustível em veículos motorizados».
Estes questionários do BE são efectuados ao abrigo dos poderes regimentais que atribuem aos deputados o direito de «fazer perguntas ao Governo sobre quaisquer actos deste ou da Administração Pública».
SOL - manuel.a.magalhaes@sol.pt

Etiquetas: COIMBRA, Cristóvão de Aguiar
A isto tudo e muito mais os Portugueses disseram BASTA!!!
(Vale a pena ver e ouvir!)
O Bloco de Esquerda vai impor um debate parlamentar com carácter de urgência sobre a revisão do Código de Trabalho, procurando evitar que o Governo tente arrastar essa discussão para um período próximo do Verão.
Em declarações aos jornalistas, o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louça, referiu que o agendamento potestativo se destina «a impedir o frenesim de confusão que actualmente se assiste na vida política em torno de questões absolutamente secundárias».
«Procura-se desviar a atenção do que é fundamental. E o que é fundamental é a vida de 1,5 milhões de trabalhadores precários, vítimas do abuso das relações sociais em Portugal, para os quais o PS, como o PSD, procura apresentar uma solução que é reforçar a precariedade», declarou o deputado do Bloco de Esquerda.
Usando a ironia, Francisco Louçã afirmou depois que o actual Governo apresenta agora «uma solução magnífica para que todos os trabalhadores possam passar a ser precários».
De acordo com o dirigente do Bloco, o executivo socialista pretende no fundo introduzir «o despedimento sem qualquer obstáculo por puro arbítrio patronal».
«É esta visão de tornar o mundo cem por cento precário que resume o Código Laboral do Governo. Por isso, com o debate, o Bloco de Esquerda quer fazer surgir a mobilização e o desenvolvimento da luta unitária que responda a um desafio tão perigoso para a vida das pessoas», apontou.
na TSF
Beja: "Acontece em Português" sobre Guerra Colonial.
Carlos Vale Ferraz, Cristovão de Aguiar, José Manuel Mendes e Fernando Dacosta são os convidados de Carlos Pinto Coelho. "Acontece em Português" regressa, esta noite, à biblioteca de Beja.
A Biblioteca Municipal José Saramago de Beja recebe esta noite, a partir das 21.30 horas, mais uma edição do “Acontece em Português”.
Carlos Vale Ferraz, Cristovão de Aguiar, José Manuel Mendes e Fernando Dacosta são os convidados de Carlos Pinto Coelho.
“Livros e memórias da Guerra Colonial” é o mote para a conversa desta noite como afirmou, à Voz da Planície, Figueira Mestre, director da biblioteca de Beja.
Recorde-se que a iniciativa “Acontece em Português” está a levar mensalmente à Biblioteca de Beja convidados oriundos de vários países de expressão portuguesa para uma conversa com Carlos Pinto Coelho. Para o final está agendada uma grande festa da Lusofonia.
Inês Patola
Etiquetas: Braço Tatuado, Cristóvão de Aguiar, Guerra Colonial
O ex-presidente do PSD Marcelo Rebelo de Sousa afastou, este domingo, a possibilidade de se candidatar às eleições directas para a liderança do partido. O professor afirmou que não sente qualquer obrigação moral.
Marcelo Rebelo de Sousa deixou claro que não tem intenção de se candidatar à liderança do PSD.
«Não quero, não tenho especial apreço, não está no meu plano de vida [ser novamente candidato a presidente do PSD]», disse Marcelo Rebelo de Sousa, no seu programa de comentário político na RTP1.
O professor manifestou a convicção de que Rui Rio ou Manuela Ferreira Leite vão lutar pela liderança, sendo que na sua opinião a hipótese mais provável é esta última.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ainda acreditar que o actual líder possa recuar, avançando com uma recandidatura.
O ex-presidente do PSD acrescentou que só seria candidato neste momento se sentisse «uma obrigação moral, por uma de duas razões, de ser».
«Um caso em que eu tinha a obrigação moral de ser, mesmo que fosse para ser outra vez imolado, como fui da última vez era não haver ninguém», referiu.
«A segunda razão», prosseguiu, era «olhar para os candidatos todos e dizer que não há nenhum que preencha os mínimos».
De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, «são duas razões fortes» que não se verificam actualmente.
Questionado sobre o candidato que merece o seu voto, o comentador político respondeu: «Há vários que poderiam merecer o meu voto, vamos esperar para ver qual é a composição relativa».
in TSF
Apoio BULHOSA e PRESS LINHA
Oferta de Revistas
Sessões de Autógrafos
Ilustradores e Contadores de Histórias
Boas Leituras !
Oeiras Parque via email - oeirasparque@mundicenter.pt

O Stand/Sucateira é que permanece ilegalmente aberto ao público, sem qualquer licença de funcionamento, de edificação, horário, etc. etc. TUDO COM O CONLUIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA QUE INSISTE EM NÃO PÔR TERMO A ESTA AFRONTA QUE SUBSISTE JUNTO À ESTAÇÃO-VELHA / COIMBRA-B.
PERIGO! Conheça em pormenor este caso grave na secção de Coimbra / Ilegalidades.
http://palcopiniao.blogspot.com/search/label/C%C3%82MARA%20MUNICIPAL%20DE%20COIMBRA%20URBANISMO
Etiquetas: COIMBRA
A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa considera que a passagem de ex-governantes para grandes empresas é sempre desaconselhável, mesmo para além do período de nojo.
Nesta entrevista à agência Lusa, Morgado anuncia a criação de uma bolsa de peritos para melhorar o funcionamento do Ministério Público e critica o recurso a off-shores por parte dos Governos.
público
Passos Coelho vai aproveitar as directas pedidas por Luís Filipe Menezes, e vai amanhã anunciar que é candidato, soube o SOL. Esta noite, Ângelo Correia admitiu apoiar Menezes, se o actual líder se lançar na corrida.
Pedro Passos Coelho anunciará amanhã que é candidato à liderança do PSD, soube o SOL de fonte próxima do ex-vice presidente do PSD. Passos Coelho disse que fará amanhã, sexta-feira, uma declaração nesse sentido, tendo já convocado os jornalistas para o efeito, faltando marcar a hora e local.
Esta noite, o líder do PSD, Luís Filipe Menezes anunciou que vai pedir a convocação de eleições directas no partido.
Agastado com as críticas internas à sua liderança, Menezes disse que «É chegada a hora dos críticos» e acrescentou que ele próprio não estava na corrida à liderança. Como «militante de base», afirmou-se disposto a contribuir para derrotar o PS, nas eleições de 2009.
Depois da declaração inesperada de Menezes, Ângelo Correia, comentou na SIC-Notícias que «Luís Filipe Menezes é uma vítima com razão. Mas explora isso». A hipótese de Menezes ter em vista uma ‘vaga de fundo’ que o reeleja, apostando na «dispersão de candidatos» foi considerada como possível pelo actual presidente da Mesa do Congresso do PSD.
Ângelo Correia admitiu voltar a apoiar uma nova candidatura de Menezes. «Em princípio, sim», respondeu, questionado pelo jornalista Mário Crespo.
Sol
Luís Filipe Menezes convocou, esta quinta-feira à noite, eleições directas para o dia 24 de Maio. O líder do PSD anunciou ainda que não vai candidatar-se à presidência do partido.
O presidente do PSD anunciou hoje que vai solicitar, na próxima semana, ao Conselho Nacional do partido, a convocação de eleições directas para 24 de Maio, às quais não irá candidatar-se.
«Vou solicitar, na próxima semana, ao Conselho Nacional, que convoque directas para 24 de Maio. Não estou na corrida», afirmou Luís Filipe Menezes, em conferência de imprensa na sede do PSD, em Lisboa.
«Reconheço que não consegui vencer estas contrariedades [críticas internas no partido] e assumo a inteira responsabilidade. Para mim chega, basta», sublinhou.
A conferência de imprensa teve lugar no mesmo dia em que o deputado Aguiar Branco declarou, em entrevista à revista Visão, que pretendia desafiar Luís Filipe Menezes na liderança do partido, garantindo ainda estar disponível para tentar derrotar José Sócrates nas legislativas de 2009.
in TSF
A DGCI exigiu indevidamente coimas a mais de duas mil empresas, por falta de pagamento por conta que não era devido.
Segundo o “Público” a Direcção-geral dos Impostos (DGCI) instaurou processos de contra-ordenação fiscal e exigiu o respectivo pagamento de coimas a mais de duas mil empresas por estas não terem feito a entrega do Pagamento Especial por Conta (PEC) relativo ao ano passado.
A actuação da DGCI redundou em erro, dado que, mais tarde, o próprio fisco verificou que estas empresas, atendendo ao regime de tributação a que estão sujeitas, não estavam obrigadas à entrega do PEC, o que resultou na anulação das contra-ordenações e coimas.
De acordo com o Ministério das Finanças este erro não é responsabilidade do sistema informático, mas, sim, dos funcionários.
As sociedades afectadas por este erro estão sujeitas ao regime de transparência fiscal, tratando-se maioritariamente de escritórios de advogados ou de técnicos de contas, em que as “empresas” não são tributadas, sendo os respectivos lucros atribuídos aos seus sócios que, depois, são tributados por estes rendimentos. Assim, resulta claro que, não sendo as sociedades tributadas, também não se lhes podia exigir o PEC.
De acordo com o “Público”, o texto de “retratação” da DGCI referia o seguinte: “Tendo sido indevidamente emitida notificação para pagamento de coima relativa a falta de pagamento especial por conta de IRC do exercício de 2007, uma vez que a empresa está enquadrada no regime de transparência fiscal, comunica-se que a mesma vai ser anulada, devendo ser considerada sem efeito aquela notificação. Pelo incómodo causado apresentamos as nossas desculpas.”.
Segundo fonte da DGCI todos os erros terão sido detectados e solucionados, sendo os mesmos resultado apenas de um lapso dos funcionários encarregues de construir e inserir nos sistemas os critérios de selecção deste pequeno número de contribuintes.
Quando questionados pelo “Público”, fonte oficial do Ministério das Finanças, veio esclarecer que “não foi exigido o pagamento do Pagamento Especial por Conta (PEC) a sociedades de transparência fiscal, tendo-se verificado que a DGCI instaurou processo de contra-ordenação para aplicação de coimas às sociedades que não efectuaram o pagamento do PEC em 2007”. Depois, “na análise do processamento das contra-ordenações, verificou-se que, por lapso na construção e transmissão das definições, o sistema informático considerou indevidamente como sujeitas ao PEC as sociedades sujeitas ao regime de transparência fiscal do IRC”.
Ainda de acordo com a mesma fonte, no momento da detecção do erro “já estavam em distribuição nos correios as notificações para defesa dos contribuintes nos processos de contra-ordenação e não foi possível fazê-las suspender”.
A DGCI acrescenta que todos estes processos foram anulados e que todos os contribuintes afectados foram já avisados deste lapso. Reconhecendo o erro, a DGCI acrescentou que “embora não existam sistemas infalíveis, continua a aperfeiçoar os modelos implementados de forma a que não se repitam, sendo também de relevar a rapidez com que foi detectado e corrigido”.
impostospress.net
Os chefes da equipa médica do hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, decidiram pedir a demissão. É um protesto contra o funcionamento dos serviços de urgência. Estes profissionais dizem que há falta médicos e que os utentes acabam por ser atendidos numa situação que qualificam como «indigna».
Carlos Arroz, presidente do Sindicato Independente dos Médicos, afirma que o hospital não está a cumprir os requisitos mínimos para um funcionamento eficaz do serviço de urgência.
«A Ordem dos Médicos determina para os hospitais centrais um número de cinco ou seis médicos de medicina interna para trabalhar na respectiva urgência. No hospital São Francisco Xavier às terças, quintas e sábados trabalham um ou dois médicos e especialistas», disse.
Por este motivo, Carlos Arroz considera que esta situação é «insustentável».
«A qualidade técnica do atendimento degrada-se, a responsabilidade médica sobe em flecha, o perigo de errar é óbvio», defendeu.
Em declarações à agência Lusa, uma fonte do São Francisco Xavier garante, no entanto, que esta situação já foi resolvida com a transferência de pessoal do hospital Egas Moniz.
A área de influência do hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, abrange cerca de um milhão de pessoas.
in TSF
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, disse no Funchal, após uma audiência concedida ao Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, que tinha tido uma «audiência normal», mas enigmaticamente adiantou que «hoje foi um dia perfeito».
A audiência «correu bastante bem», acabou por dizer o Chefe de Estado à saída do Palácio de São Lourenço, acrescentando que teria oportunidade de se encontrar depois com os jornalistas e recomendando-lhes que aproveitassem bem «este belo dia».
Esta é «a demonstração de que o Presidente da República traz bonança para a Região Autónoma da Madeira», enfatizou.
«Há dias bons na Madeira, mas é difícil encontrar um que seja perfeito» , afirmou.
«Hoje foi um dia perfeito» , sublinhou sorridente.
À saída da audiência com Cavaco Silva, que durou uma hora e 15 minutos, o Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, recusou-se a prestar declarações.
O Palácio de São Lourenço é a residência oficial do Representante da República na Madeira, Monteiro Diniz, pelo que a sua escolha como local para a audiência é simbolicamente significativa em termos de soberania da República.
Na quarta-feira, Cavaco Silva recebe ao longo do dia os partidos políticos que lhe solicitaram audiências, PS, PCP, CDS e MPT, no hotel onde está instalado no Funchal.
O Palácio de São Lourenço foi o local onde estiveram em regime de detenção o antigo Presidente da República, Américo Tomaz, e o antigo Presidente do Conselho, Marcelo Caetano, a caminho do exílio no Brasil.
Lusa / SOL
Sou uma mitocôndria ávida, por necessidade, de oxigénio, metabolizo-o continuamente para que possa sobreviver.
Sou uma mitocôndria ávida, por necessidade mas também por gulodice, de glicose, metabolizo-a e aprecio-a para que possa viver com alguma doçura.
Dito isto fico de alguma forma apresentado, no entanto gostaria de deixar bem claro que também tento lidar com os dióxidos e os monóxido de carbono, assim como com os sabores agridoce, acre e amargo, com os paladares azedo e os ácidos. Vivo e gosto de viver. Também luto e, quando necessário se a causa for para mim pertinente, gosto de lutar...
Acerca da notícia sobre a visita do Presidente da República Portuguesa à Região Autónoma da Madeira, mais especificamente sobre as declarações do sr. Presidente da referida Região, fica mais uma vez evidente, pelo menos para aqueles que não têm a vista toldada ou pela proximidade (grande maioria dos madeirenses) ou pela pela patologia infecto-contagiosa que dá pelo nome de partidaríte (perdoem-me o neologismo), que o referido senhor é um usurpador do poder, malcriado, mal formado, sem respeito algum por ninguém, nem pelas mais elementares regras democráticas... Onde residirá a loucura e o fascismo? Não há progresso local que justifique um comportamento assim.
Independência para a Madeira já!
Mitocôndria