quarta-feira, 28 de março de 2007

Robert Anton Wilson faleceu :(

Presto aqui a minha homenagem a este Homem com uma dimensão intelectual imensa, fora do comum!!!

[ J.J.C.M. ]

terça-feira, 27 de março de 2007

Não há um único preso por corrupção na política

Corrupção na política? As suspeitas são muitas, os julgamentos alguns, mas os presos nenhuns. Dados ontem avançados ao DN pela Direcção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) garantem que, actualmente, não há uma única pessoa presa por crimes de corrupção no exercício de funções políticas. A busca efectuada pela DGSP na sua base de dados adianta que há apenas oito presos por crimes de corrupção - mas todos eles associados ao fenómeno da imigração ilegal. O último caso conhecido de um político preso por corrupção foi o de Abílio Curto (PS). O ex-presidente da Câmara da Guarda saiu em liberdade condicional no Natal de 2006 (ver caixa) .

O abandono da estatística

Os péssimos resultados que Portugal tem para mostrar em matéria de repressão da corrupção têm a investigação criminal como um dos principais problemas. Ou, como já referiu Maria José Morgado, os "nódulos do sistema" penal. Segundo a magistrada, este dividem-se em dois: internos, "numa organização do Ministério Público com maus métodos de trabalho e de direcção, desajustada às exigências da investigação do crime económico-financeiro", e externos, que se reflectem numa "estratégia de política criminal inconsequente, nebulosa, por vezes paradoxal".

Por sua vez, Luís Barbosa, inspector da Polícia Judiciária, defende também novos métodos de trabalho no combate ao fenómeno. Estes, segundo escreveu numa tese de pós graduação a que o DN teve acesso - embora o próprio se tenha recusado a prestar esclarecimentos adicionais -, defendeu: "A importância do cumprimento da estatística dos processos pendentes tem que ser posta definitivamente de lado, dando disponibilidade completa para atacar, com a máxima concentração e meios, as investigações sobre factos que estão a ocorrer ou que ainda não ocorreram."

Para o inspector da Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira (DCICCEF) é urgente a especialização dos magistrados do Ministério Público. "Será que se pode ser um bom investigador de homicídios ou de tráfico de droga e ser, ao mesmo tempo, um investigador especializado no combate à corrupção?", questionou.

Na tese, Corrupção versus Desenvolvimento, Luís Barbosa defende ainda a nomeação do Procurador Geral da República por uma maioria "extensamente qualificada" na Assembleia da República.

[in DN 27/Março - João Pedro Henriques e Carlos Rodrigues Lima]

terça-feira, 20 de março de 2007

Para NÃO esquecer... nada melhor que Avivar a Memória!!!

No final do ano passado, em 21 de Dezembro de 2006, o PSD em Oeiras votou contra as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2007, da coligação Isaltino Oeiras Mais A Frente / Partido Socialista, pelos seguintes motivos:


  1. Não considerar prioritário gastar 30 milhões de euros para os Paços do Concelho num momento em que se exige contenção e rigor;

  2. Entender que as prioridades ao invés deveriam ser, a acção social, mobilidade do concelho, educação, reabilitação urbana que sofrem cortes consideráveis no Orçamentado;

  3. Entender ainda que as promessas eleitorais do Movimento Isaltino Oeiras Mais à Frente, ao longo da campanha eleitoral estão muito longe de ser cumpridas contribuindo dessa forma para o descrédito dos eleitos locais;

  4. Lamentar que a aplicação da Lei das Finanças Locais faça que os munícipes de Oeiras vejam diminuídos as transferências dos fundos do Orçamento do Estado apesar do grande aumento da carga fiscal e para fiscal da população portuguesa que viu aumentado o IRS, IRC, IVA, Imposto automóvel, Imposto sobre produtos petrolíferos, sobre o tabaco e álcool, ADSE e taxas moderadoras para internamentos hospitalares;

  5. O “chamado” plano estratégico para o concelho de Oeiras não passar de um conjunto de intenções, gorando as expectativas dos cidadãos de Oeiras;

  6. Durante a discussão a arrogância e falta de educação e de sentido de responsabilidade do Sr Presidente da Câmara e do Partido Socialista perante os eleitos d a Assembleia Municipal que raiou o ataque pessoal e o insulto;

  7. Discriminação das Juntas eleitas pelo PSD não permitindo a sua participação na discussão do Orçamento, ao contrario do que aconteceu com a Juntas eleitas pelo Movimento Isaltino, pondo em causa os fundamentos democráticos das relações entre órgãos eleitos;

  8. O PSD orgulha-se da obra dos seus autarcas nos últimos anos que transformou Oeiras em concelho de referência da Área Metropolitana de Lisboa;

O facto é que algo em Oeiras está mesmo a mudar! E que os munícipes estam cada vez mais exigentes... QUE NINGUÉM TENHA A MÍNIMA DÚVIDA!!!

Quanto ao PSD... tenho as minhas sérias dúvidas que possa continuar como está...

[Oscar Lima]

sexta-feira, 16 de março de 2007

Precisamos de mais exemplos DESTES !!!

Há que acreditar e... AGIR :)

Dê o seu exemplo, Oeiras agradece.

[Paulo Farinha - Caxias]

quarta-feira, 7 de março de 2007

Reze...Mas Mexa-se...

Tão pequenina observada da imensidão do cosmos...ei-la: a nossa Terra comum, hoje na primeira ordem do dia, nas páginas dos jornais, revistas, notícias televisivas, Óscares que galardoam um documentário com a assinatura de quem foi Vice-Presidente dos Estados Unidos da América.

Diz muito esse documentário, mas pouco da forma como ele perdeu umas eleições que afinal ganhou. Como seria o mundo hoje com Al Gore Presidente da Nação mais influente do mundo? Necessariamente diferente, melhor certamente.

O documentário galardoado narra-nos um tempo que vai chegar mas que, na verdade, já todos o sentimos. Sempre foi oportuno, mas agora que o verde invade a agenda política, vamos pôr em prática esta velha máxima política: nenhum homem fica de fora, o mesmo é dizer que todos somos poucos para contribuir para esta causa entre gerações.

Por cá, tarda a chegar essa consciência. É tão simples, temos hoje uma infinidade de meios, opções, decisões, para mudar o rumo. A vontade, essa, é que demora. Espero é que ela não seja demasiado tarde um dia.

Al Gore explica isso no documentário a partir de um exemplo familiar. O pai era produtor de tabaco, a sua irmã, mais velha dez anos, uma fumadora compulsiva. Não resistiu a um cancro pulmonar causado pelo tabaco, como seria bastante provável de vir a suceder. O pai de Al Gore abandonaria a produção de tabaco após a sua morte. Estabeleceu uma conexão entre a produção de tabaco, o consumo e morte prematura da filha provocada por um cancro onde o consumo do tabaco foi o principal responsável.

No sábio provérbio africano, dito numa forma imperativa, Reze, mas mexa-se também, afinal um convite para que nos envolvamos todos os dias nas causas planetárias, gestos simples de grande dimensão; desde o representante que elege, ao pequeno, afinal grande gesto de separar o lixo, para que tudo se reinicie.

Julgamos que são indiferentes os nossos actos quotidianos. Não acredite.
Acredite, sim, que você é o agente da mudança, o político mais capaz, basta que acredite e vontade lhe sobre. Verá que não custa nada. A Terra é o nosso ídolo. Este pequeno grande planeta. Generoso, farto, que nos possibilita viver, se quisermos, em felicidade.

[Deputado LUÍS CARLOTO MARQUES in "A Cidade e as Serras"]

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Refer contrata quadro depois de lhe pagar indemnização para sair

Ex-funcionário regressou como consultor

A Refer contratou um consultor com um ordenado de 6000 euros mensais que já tinha sido seu quadro técnico.

Joaquim Barbosa, engenheiro da área de sinalização da empresa, rescindiu o contrato em 2004 (durante a administração de Brancaamp Sobral na empresa), numa altura em que o seu ordenado rondava os 5000 euros e recebeu uma indemnização de 120 mil euros. Mas em finais desse ano, pouco depois de Luís Pardal ter sido nomeado presidente da empresa, é contratado como consultor para assessorar o conselho de administração por cerca de 6000 euros/mês.

O gabinete de comunicação da empresa, contactado pelo PÚBLICO, limitou-se a confirmar estes factos e as datas, omitindo os montantes, acrescentando, porém, que "nesta altura essas formas de colaboração com o senhor engenheiro Joaquim Barbosa foram suspensas".

Na mesma resposta, enviada por correio electrónico e após intervenção da tutela à qual o PÚBLICO também pediu esclarecimentos, a Refer diz que "foram celebrados contratos de prestação de serviços para acções de consultoria e assistência técnica" com o antigo quadro.

Na semana passada o Correio da Manhã contava a história, idêntica, de Lopes Marques, um director da Refer que também rescindiu contrato, recebendo, para tal, uma indemnização de 210 mil euros, sendo meses depois contratado pela Rave (que pertence ao grupo Refer e tem o mesmo presidente) com um ordenado de 5050 euros por mês.

O ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, chamou entretanto Luís Pardal ao seu gabinete para lhe explicar a contratação de um alto quadro que fora dispensado e indemnizado. Segundo o Expresso, o próprio primeiro-ministro fez saber que alguém teria de ser responsabilizado por esta transferência.

Tratando-se de uma empresa em reestruturação, a Refer tem uma porta aberta para negociar a rescisão com os seus trabalhadores que queiram sair a troco de uma indemnização. Tem sido desta forma que esta empresa (e também a CP) têm vindo a diminuir o seu quadro de pessoal sem grandes tensões sociais. Ocorre, porém, que alguns regressam como consultores para a própria empresa ou suas participadas.

Não é o caso de Xavier de Campos, um outro quadro da Refer que rescindiu o contrato, mas regressou recentemente, em regime de voluntariado, para presidir à comissão de ética da empresa. Este técnico, porém, "não aufere qualquer remuneração", de acordo com o gabinete de comunicação.

[in Público por Carlos Cipriano]

domingo, 18 de fevereiro de 2007

É este o "Lider" do nosso P.S.D.!!?!

A montanha pariu um Rato!!!

É altura de todos nós Sociais Democratas tomarmos uma posição bem SÉRIA!!!

BASTA de mediocridades.

[Vasco Meirelles]

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Silêncio II

Gustavo Fernandes

TÉCNICA: Téc. mista/madeira
DIMENSÃO: 80x40x13 cm
ANO: 2005


[Vasco Meirelles]

A Rosa - Uma homenagem às mulheres!

Hoje nós Homens estamos com todas VC's no momento em que estiver-mos a colocar a X !!!

[Oscar Lima]

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Amanhã sai de casa e vai Votar !!!!!!!!


Por uma questão de consciência!

[Vasco Meirelles - Oeiras]

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

A PROPÓSITO DO REFERENDO DE DIA 11 DE FEVEREIRO E DA MORAL QUE TEIMA EM QUERER SER REFERENDADA

Faz dez anos que muitos de nós, não fomos votar, convencidos do consenso maioritário sobre esta questão. Não vamos tornar a contribuir para esta confusão. De um país contraditório, que toma como crime público a interrupção voluntária da Gravidez e que tem pudor em penalizar quem o comete!

O primeiro passo é ir votar para que o referendo expresse de forma clara o que o país pensa sobre a Matéria. É fundamental ir votar e em consciência. Vote-se sim ou vote-se não.

Todo o desvio para questões de índole moral é falacioso.

Em Portugal, todos os anos cerca de 20 000 mulheres recorrem ao aborto e à luz da lei vigente são criminosas.

O que está em causa é tão-somente a descriminalização do acto de interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas. Não está em referendo onde começa e acaba a vida. Ou o que é que se entende por vida. Se há vida num óvulo e num espermatozóide, e se eles devem ser entendidos como património do estado. Se a vida começa na fecundação, se durante a gestação ou no momento do nascimento. Se um embrião mal formado, ou fruto de uma violação é “menos vida” que um embrião bem formado. Ou se o consenso científico, que afirma não haver cérebro nem sensação até às 24 semanas de gestação, é importante para a questão. Nada disto está em causa neste referendo. O referendo pergunta apenas se se deve considerar crime a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas de gestação.

Apesar do interesse destas questões, elas não entram neste referendo. O que agora é importante e urgente, porque fundamental à luz da lei, é discutir, opinar e resolver o drama do aborto-crime-clandestino, que se vive num país que se quer desenvolvido e que continua a não conseguir condições (educacionais e de segurança, de trabalho e de forma geral de qualidade de vida), discriminando uma parte importante da população mais exposta.

Venha nesse contexto toda a moral. Debelem-se todos os dramas sociais da humanidade. A fome, a miséria, a guerra. Emprenhe-se toda a humanidade nessa missão. E todas as igrejas do Homem. Mas não se use o referendo para perpetuar a miséria escondida, fazendo de uma acção que pode ser clínica (acompanhamento, ou mesmo interrupção), uma questão metafísica, supostamente moralizante, afirmativamente dogmática. Na lei Portuguesa o Aborto é um crime público.


Se o Sim for expressão da vontade do País ninguém é obrigado a contrariar a sua convicção. Se pelo contrário Portugal votar Não à descriminalização, continuará tudo na mesma. O aborto clandestino permanecerá, alimentando a economia paralela e as fortunas de quem se faz pagar pelo risco que corre. As raparigas e mulheres com menos posses continuarão a recorrer a veterinários, curiosos ou mesmo à auto-mutilação como forma de tentar resolver por si o que a hipocrisia e o relaxe de todos teima em não querer decidir, escondendo este drama na clandestinidade. Fingindo que não existe. O Não, pura e simplesmente finge que o aborto não é problema, pois não dá saídas realistas para esta chaga social. Condena ao desacompanhamento, ao desamparo e por vezes a uma má opção muitas mulheres e jovens portuguesas.

O Sim permitirá um acompanhamento adequado às mulheres tentadas em interromper a gravidez. Algumas poderão inflectir a sua opção, ajudadas na ponderação da sua decisão. O Não fecha a porta a qualquer acompanhamento concreto, remetendo para o campo dos valores intangíveis de uns, as realidades incompreendidas de outros.


O Sim permitirá acabar com um grave problema de saúde pública. O acompanhamento especializado, em local apropriado evitará o peso desnecessário sobre o sistema de saúde de todas as mulheres que todos os anos entram nos hospitais ou falecem após tentativa de aborto.

O Sim permitirá o conhecimento real e mensurável das causas de aborto, pelo conhecimento das mulheres que a ele recorrem. Conhecer as causas concretas é fundamental para resolver as situações onde incide este flagelo.

Por último, o referendo para a descriminalização ou criminalização do aborto até às 10 semanas é também uma questão de Género. Se o Não passar incide-se na discriminação continuada da mulher. Onde se encontra na lei a responsabilidade do homem que fecundou? De que forma é chamado à responsabilidade? Até onde vai a responsabilidade de todos nós, que fazemos este País, neste acto que ainda é crime público e que, por consequência, acarreta punição?

Ultimamente tem sido consensual, entre os convictos do Sim e os convictos do Não, que a mulher não deve ser punida por ter interrompido a Gravidez durante as primeiras 10 semanas. Mas então porque não votam todos no SIM em conformidade com essa opinião? Ou será possível decretar um crime e não legislar o castigo correspondente? Não é tão só essa questão que vai a referendo? Não entendo onde está a dúvida. A não ser que radique apenas numa convicção profunda, abstracta, feita em Dogma e por isso de difícil argumentação, afirmando uma qualquer razão, que alguns homens dizem, erradamente, de Deus.



Aos cristãos e católicos.

Apesar de não ser a igreja que vai a referendo, a sua voz é importante porque é ouvida. A igreja é um factor importante na sociedade portuguesa.

Sou cristão e posso escolher. Mas não tenho o direito de julgar nem condenar porque não sou omnisciente. Nem concedo à hierarquia da igreja católica o direito de se substituir a Deus. Até porque o que vai a referendo, torno, não é a Igreja católica nem o seu papel Social. Independentemente dos Dogmas eclesiásticos sobre a vida, ou propaganda sobre o altar. Jesus não era grande frequentador dos Templos. Correu mesmo com os vendilhões que se apropriavam do espaço sagrado. Não deixou que apedrejassem Maria Madalena. Hoje Santa. A lei canónica a que alguns padres se referem foi feita pelos homens. O Deus em que muitos acreditam quer a libertação dos homens e a construção de um mundo melhor. Não quer a dor a miséria, o castigo a fome e a guerra. Quer a ética sentida e consciente e não a moral feita de Dogma, de culpa e obrigação. Empenhe-se a igreja activamente nesta árdua tarefa de melhorar o mundo de amanhã, feito hoje de tanta miséria e fome, e não na substituição de Deus, julgando e condenando em vida ao “ Apedrejamento” legal, tantas mulheres.

Será consensual entre todos os católicos que fazem a Igreja a posição da Igreja católica sobre a interrupção voluntária da gravidez quando fruto de violação? Ou quando põem em causa a vida da mãe? Ou quando por desígnio que escapa, o feto é malformado? Por mim, qualquer decisão consciente tomada pela mãe e pela família é de respeitar. Se a mãe, de forma consciente, quiser levar por diante uma gravidez que ponha em causa a sua vida, há que respeitar a sua decisão.

Se a mãe quiser ter o filho sabendo-o deficiente, tomando-o como responsabilidade suprema, respeito-o e admiro. Afinal o que seria deste mundo sem todos os deficientes, mentais ou físicos por nascença? Mas até aqui a decisão, fundamentada em valores, fé ou outros desígnios compete à família e à mulher centro desta decisão. Nada disto vai a referendo. Pois se o Sim representar a maioria da população, todas estas situações estarão consignadas.

Neste referendo não está em causa a perspectiva católica sobre a vida lato senso. Está em causa a descriminalização da interrupção da gravidez até às 10 semanas, por decisão voluntária da mãe, após período de reflexão.

O Sim abre todas as possibilidades. Não obriga ninguém a abortar. Pelo contrário compromete-nos a todos neste flagelo e ao Estado, que somos todos, na procura real de soluções. Não é por ser descriminalizado até às 10 semanas que o número de abortos aumentará. Poderá porventura aumentar a face visível deste flagelo. E aí, somos todos chamados a não fazer como Pilatos. Tenhamos todos, homens e mulheres, a coragem de nos comprometer no próximo domingo.

[via comentário do post anterior!]

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Sindrome Pós-Aborto


Será que vivemos mesmo no Planeta dos Macacos?

[ Luis Fonseca - Caxias ]

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Incongruências II


Aborto

Aborto é a interrupção da gravidez pela morte do feto ou embrião, junto com os anexos ovulares durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até ao momento prévio do nascimento.

O aborto pode ser classificado em espontâneo ou provocado.


Aborto espontâneo

Ocorre quando uma gravidez que parecia estar desenvolvendo-se normalmente termina de maneira involuntária, ou seja, quando a morte é produto de acidente, alguma anomalia ou disfunção não prevista nem desejada pela mãe. O aborto espontâneo também pode ser chamado de aborto involuntário ou "falso parto".

O aborto espontâneo é quando a perda do embrião se dá antes da vigésima semana de gestação (5 meses), quando o feto não está em condições de sobreviver fora do útero materno. A maioria dos abortos espontâneos ocorrem durante o primeiro trimestre, diga-se, nas primeiras 12 semanas.

Calcula-se que 25% das gestações terminam em aborto espontâneo, sendo que 3/4 ocorrem nos três primeiros meses de gravidez.

Existem dois tipos de aborto espontâneo: o aborto iminente e o inevitável.

• O aborto iminente é uma ameaça de aborto. A mulher tem um leve sangramento seguido de dores nas costas e outras parecidas com as cólicas menstruais.

• O aborto inevitável é quando se tem a dilatação do útero para expulsão do conteúdo seguido de fortes dores e hemorragia. O aborto inevitável é dividido em três tipos: o incompleto que é quando ocorre depois da saída dos coágulos a saída restante do conteúdo e o aborto preso, que é quando o ovo morre, mas não é expelido.


Causas

A causa do aborto espontâneo no primeiro trimestre mais comum é uma anomalia cromossômica no feto. A maioria das anomalias cromossômicas são resultado de um óvulo ou um espermatozóide defeituosos. Essas anomalias são mais comuns em mulheres acima dos 35 anos, por isso, essas mulheres sofrem um maior risco de terem um aborto espontâneo quando engravidam, cerca de 70% dos casos

O aborto espontâneo durante o segundo trimestre deve-se à problemas externos como: incontinência do colo uterino, mal formação uterina, insuficiência de desenvolvimento uterino, fibroma, infecções do embrião e de seus anexos.

Um estudo realizado revelou que mulheres que fumam, consumem álcool ou drogas correm um grande risco e mulheres com infecções vaginais têm 5 vezes mais chances de terem um aborto espontâneo.


Consequências

Os possíveis sintomas de um aborto espontâneo incluem:

• Sangramento vaginal. A quantidade de sangue pode variar de algumas gotas à um fluxo abundante. O sangramento pode começar sem aviso e às vezes começa com uma tonalidade marrom.
• Dor de cólica.
• Perda de líquidos pela vagina, sem sangue e sem dor. Isto pode significar que as membranas se romperam.
• Se houver perda de materiais sólidos pela vagina, conserve para mostrar ao seu médico para que ele examine.
• Algumas mulheres sentem dor como a de um parto.

É possível que o aborto espontâneo ocorra sem sangramento nem dor.


Aborto provocado

Aborto provocado é a interrupção deliberada da gravidez; pela extração do feto da cavidade uterina de forma doméstica, química ou cirúrgica. Quando se pensa em aborto é esta forma que é conhecida popularmente.

Para provocar o aborto utiliza-se algumas técnicas:

• A sucção ou aspiração;

• A dilatação e curetagem;

• Drogas e plantas;

• Injeção de soluções salinas;

• Mediante Prostaglandinas;

• Pílula RU-486


Sucção ou aspiração

O aborto por sucção pode ser feito até a 12ª semana após o último período menstrual (amenorréia). Este aborto pode ser feito com anestesia local ou geral. Com a local a paciente toma uma injeção intramuscular de algum analgésico. Já na mesa de operação faz um exame para determinar o tamanho e a posição do útero. Se for anestesia geral, toma-se uma hora antes da operação uma injeção intramuscular de Thionembutal. Inicia então uma infusão intravenosa. O Thionembutal adormece o paciente e um anestésico geral por inalação como o Óxido de Nitroso é administrado através de uma máscara. A partir daí o procedimento é o mesmo da anestesia geral e local.

Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebé que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve "o produto da gravidez" (ou seja, o bebé), depositando-o depois num balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes mais pequenas do corpo do bebé podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.


Dilatação e Curetagem

Na curetagem é feita a dilatação do colo do útero e com uma cureta (instrumento de aço semelhante a uma colher) é feita a raspagem suave do revestimento uterino do embrião, da placenta e das membranas que envolvem o embrião. A curetagem pode ser realizada durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebé é já grande demais para ser extraído por sucção.

A curetagem é empregada para desmembrar o bebé, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual.

Este tipo de aborto é muito perigoso, por que pode ocorrer perfuramento da parede uterina, tendo sangramento abundante. Outro fator importante é que se pode tirar muito tecido, causando a esterilidade.


Drogas e Plantas

Existem muitas substâncias que quando tomadas causam o aborto. Algumas são tóxicos inorgânicos, como arsênio, antimônio, chumbo, cobre, ferro, fósforo e vários ácidos e sais.

As plantas são: absinto (losna, abuteia, alecrim, algodaro, arruba, cipómil - homens, esperradura e várias ervas amargas).

Todas estas substâncias tem de ser tomadas em grande quantidade para que ocorra o aborto. O risco de abortar é tão grande como o de morrer, ou quase.


Injeção de soluções salinas

É feito do 16ª à 24ª semana de gestação. O médico aplica anestesia local num ponto situado entre o umbigo e a vulva, no qual irá ultrapassar a parede do abdome, do útero e do âmnio ( bolsa d'água). Com uma longa seringa, injeta-se na bolsa d'água uma solução salina. O bebé ingere esta solução que lhe causará a morte por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. Após um prazo de 24 à 48 horas, por efeito de contrações do feto é expulso pela vagina, como num parto normal. O risco apresentado por este tipo de aborto é a aplicação errada da anestesia, e a solução ter sido injetada fora do âmnio, causando a morte instantânea.


Sufocamento

Este método de aborto é chamado de "parto parcial". Nesse caso, puxa-se o bebé pra fora deixando apenas a cabeça dentro, já que ela é grande demais. Daí introduz-se um tubo em sua nuca, que sugará a sua massa cerebral, levando-o à sua morte. Só então o bebé consegue ser totalmente retirado.


Esquartejamento

O feto é esquartejado ainda dentro da mãe. Deixando-o em pedaços. Retirada do liquido amniótico

Esta é uma das maneiras mais lentas de praticar o aborto: O abortista retira o liquido amniótico de dentro do útero e coloca uma substância contendo sal.


Mediante Prostaglandinas

Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua principal "complicação" é que o bebé às vezes sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas foram usadas com a RU- 486 para aumentar a "eficácia" destas.


Pílula RU-486

Conhecida como "pílula do dia seguinte", é uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Age matando de fome o diminuto bebé, privando do de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.

Estima-se que seja realizado anualmente no mundo mais de 40 milhões de abortos, a maioria em condições precárias, com sérios riscos para a saúde da mulher. O método clássico de aborto é o por curetagem uterina e o método moderno por aspiração uterina (método de Karman) só utilizável sem anestesia para gestações de menos de oito semanas de amenorréia (seis semanas de gravidez). Depois desse prazo, até doze semanas de amenorréia, a aspiração deve ser realizada sob anestesia e com um aspirador elétrico.


Consequências

As complicações do aborto, variam de acordo com o método empregado. Mas as principais conseqüências são:

• Laceração do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores;
• Perfuração do Útero
• Perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas;
• Hemorragias uterinas
• Inflamação do endométrio pós-aborto (infecção uterina secundária, decorrente do aborto).
• Evacuação incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a sucção e de fazer uma curetagem imediata.
• Histerectomia (extração total do útero)


Países e o aborto

Veja abaixo, países que não permitem o aborto, exceto quando há risco para a vida da mãe (primeiro quadro), países que permitem o aborto, mas com restrições (segundo quadro) e países que permitem o aborto (terceiro quadro).




Mapa Abortivo

O mapa abaixo demonstra quais os paises que permitem ou não o aborto:



[ Leonardo Leite ]

Incongruências I


Aborto Não! - Deve ser crime!!!
???
Aborto Não Deve Ser Crime!!!
J.J.C.M.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Abortos - Homens a falar

Diz João César das Neves que, se o ‘Sim’ vencer, abortar passa a ser como comprar telemóveis. Só um homem poderia dizer tal dislate. Marcelo Rebelo de Sousa é mais fino, mas repete-o. Diz que vota ‘Não’ porque é contra abortos «por um incómodo, um estado de alma, uma mudança de residência». Pacheco Pereira, por sinal homem, mas com experiência de vida, colocou o dedo na ferida: «Haverá mulheres irresponsáveis nos abortos que fazem, como nos filhos que fazem, mas duvido que sejam a regra. A regra é que aborto é sofrimento (…) e é sobre ele que vamos votar». Nem mais. É possível o erro, mas nenhuma mulher aborta por desporto.

O professor acrescenta que, ainda por cima, «ninguém as convida a reflectir». Eis como a verdade serve a mentira. Só mulheres desesperadas e sem recursos decidem em estrita e imensa solidão. O aborto de vão de escada e por parteiras improvisadas prova essa tragédia. Mas, em todos os outros casos, a consulta existe. Ninguém chega a uma clínica dizendo «quero abortar» e é logo operada. Só um homem pode pensar tal coisa.

Não por acaso, quem defende o ‘Sim’, sustenta a existência de estabelecimentos de saúde certificados para o efeito. Podem ser públicos ou privados. Mas, se numa clínica privada o aborto é uma receita, no hospital público é uma despesa. Neste, a consulta que antecede a eventual operação pesa na decisão da mulher. Na clínica privada, isso só acontece quando a honestidade paira acima dos euros. Mais: a consulta em estabelecimento público coloca a mulher sem recursos e desinformada numa fileira de planeamento familiar. Ajudada na decisão, pode em seguida ser acompanhada. Esta não é a vocação da clínica privada.

O que está em causa não é ‘apenas’ colocar uma pedra sobre a perseguição judicial. A 11 de Fevereiro, decidem-se os contornos da lei que o Parlamento terá que aprovar. Isso só acontecerá se o ‘Sim’ vencer. Porque este referendo é sobre a manutenção ou a mudança da lei actual. Não há contorcionismo argumentativo que resolva esta escolha fundamental.

[Miguel Portas]

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

PALÁCIO DO EGIPTO VAI SER RECUPERADO

Em pleno coração do Centro Histórico de Oeiras, o Palácio do Egipto vai ser recuperado e adaptado a oferecer às gentes desta Vila e aos seus visitantes um novo e moderno pólo dinamizador de actividades sócio-culturais.
Ali irá nascer uma galeria de exposições, uma livraria, lojas, restaurantes e esplanadas. Além do mais, o novo edifício estará apto a receber actividades tais como exposições, colóquios e conferências, entre outros.
Este edifício setecentista - que no passado constituiu casa nobre, parte de uma Quinta que se estendia até Santo Amaro - verá recuperado o seu volume principal, respeitando as suas características, e criado um novo volume, com uma linguagem mais contemporânea.
Esta intervenção, orçada em mais de dois milhões de euros, pretende criar um equipamento de qualidade, que permita a divulgação do concelho, do artesanato, do património e da cultura locais. Além do mais, funcionando este em articulação com o Auditório Municipal Eunice Muñoz, o Centro Histórico de Oeiras ficará dotado dos equipamentos essenciais à criação de uma vida cultural abrangente e envolvente de significativa importância no contexto nacional.
A cerimónia de consignação da obra ao adjudicatário, a Quinagre - Construção SA, teve lugar no dia 17 de Janeiro. O prazo de execução da obra é de 24 meses.

in CMO-Online

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

OEIRAS VAI TER UMA Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU)

A Câmara Municipal de Oeiras e a Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (UTL) celebraram três protocolos que, além de permitirem a criação de uma Rede de Cidades (europeias e norteamericanas), viabilizarão um trabalho de investigação daquela Faculdade, no sentido de ser criada em Oeiras uma Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), que incidirá sobre a zona de Algés - Cruz-Quebrada, com extensão, através do Rio Jamor, aos núcleos históricos de Linda-a-Velha e de Carnaxide. A cerimónia teve lugar na segunda-feira, dia 15 de Janeiro, no Gabinete do presidente da autarquia, localizado no edifício dos Paços do Concelho, em Oeiras.

A criação desta SRU resulta das propostas assumidas no recém apresentado Plano Estratégico "Habitar Oeiras", no qual se desenvolvem as novas linhas que deverão presidir à segunda geração de políticas de habitação no município, que têm por objectivo não só garantir condições de habitabilidade e de acesso ao mercado de habitação pelos munícipes, como também melhorar a qualidade dos espaços públicos e dos equipamentos colectivos que definem as áreas habitacionais, tendo como objectivo a criação de um espaço urbano contínuo, com qualidade, que atraia e fixe populações heterogéneas.

Através deste estudo prévio, que antecederá a criação de facto da SRU, será feita a caracterização e a delimitação da mesma e, também, elaborados os documentos estratégicos dos Núcleos Históricos, o que permitirá à autarquia poupar tempo e dinheiro e, além do mais, garantir à partida a qualidade que a Faculdade de Arquitectura da UTL incute nos seus trabalhos de investigação.

Esta metodologia adoptada pela Câmara de Oeiras surgiu após a análise de vários exemplos de SRU existentes em Portugal, cuja implementação foi realizada sem estudos prévios, o que se tornou prejudicial ao bom resultado das mesmas.

Deste modo, prevê-se que a autarquia venha a poupar entre 800 a um milhão e meio de Euros, dado que os referidos documentos são fundamentais para o trabalho da SRU.

Os protocolos serão assinados pelo presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais e pelo presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, Fernando caria. A cerimónia contará também com a presença do Vice-Reitor da UTL, António Romão.

in CMO-Online

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Ler Devagar

No Bairro Alto - Aqui a um Passo de Oeiras!

Amanhã dia 19 de Janeiro, sexta-feira, às 18 horas, a “Ler Devagar” vai abrir uma
nova livraria no Bairro Alto, em Lisboa.

Venho pedir que divulguem a notícia da abertura desse espaço na Rua da Rosa nº 145.

Com cerca de oitenta metros quadrados, pretende esta ser sobretudo uma livraria vocacionada para a literatura em geral, de autores Portugueses e estrangeiros.

Mais do que uma livraria será também um espaço de encontros, de concertos,
de lançamentos e conferências, com capacidade para 40 a 50 lugares sentados.

Para a inauguração está programado um Concerto de Piano com Vera Prokic (B.Gallupi - sonata em dó maior; Liszt-Schubert - Gretchen am Spinnrade; Chopin - Valsa em dó sustenido menor), a ter início pelas 22 horas.

Agora que a Ler Devagar retoma a sua programação normal, ainda em Janeiro, pode assistir e participar na "Poesia Vadia" (4ª Feira, dia 24) - organização de Pedro Mota - e no Debate em volta do livro: Towards a Nonlinear Quantum Physics, de José Croca, com a participação de Rui
Moreira, Jorge Valadares e J.Luís Cordovil, com a organização de Nuno Nabais
e Olga Pombo.

E enquanto se lê ou se ouve também se pode tomar um chá ou beber um café, todas as Quartas das 18 às 24 horas e de 5ª a Sábado das 18 às 2 horas da manhã.

Entretanto os saldos na Ler Devagar (Zé dos Bois e agora também na Cinemateca)
continuam até ao dia 20 de Janeiro!

Contamos com a presença de todos,

Ler Devagar - mail@lerdevagar.com

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Uma missão Municipal

Temos por missão falar de Oeiras em vários pontos de vista!

Ficam desde já convidados a participar, todos aqueles(as) que pretendam escrever neste Blog sem o recurso à utilização de palavras ordinárias, como palavrões e todas as demais que se classifiquem como ofensivas, que de algum modo possam directamente ferir terceiros!

Mais informamos que na escrita dos seus artigos poderá optar por identificar-se com um pseudónimo, não tendo por consequência que ter receio em abordar temas "quentes" e importantes na sua divulgação e esclarecimento aos Munícipes.

Cada qual terá a possibilidade de quando bem entender escrever o que quiser num novo artigo, quer como membro convidado ou simplesmente enviando os seus artigos para o email do Blog: oeiraslocal@gmail.com

Poderá, se assim o entender, ser convidado a ter uma participação mais directa, na elaboração de artigos para o Blog com um "login" pessoal! Bartar-lhe-à via email, manifestar tal intenção. Ser-lhe-à então enviado um email para criar o seu "login" personalisado de acesso ao Blog.

Temos por objectivo falar sobre tudo o que de alguma forma tenha a ver com Oeiras, contribuindo desta maneira para melhorar a qualidade de vida no nosso concelho, mas sobretudo incentivar a participação activa, na qualidade de Cidadão.

São bem-vindos também todos os que quiserem contribuir para se falar aberta e livremente sobre os artigos publicados na secção de "comentário(s)" em cada artigo.

Está a partir deste momento convidado(a) a participar e a divulgar esta iniciativa!